15 de maio de 2007

O papel da mulher na Igreja

«Maria é a rainha dos apóstolos sem pretender para si os poderes apostólicos. Qualquer reflexão sobre o feminino, sobre o papel da mulher na Igreja e na sociedade deve partir de uma mariologia mais aprofundada.»

Sandra Ferreira Ribero

Apologia ao crime e escândalo

Dom Antonio Juan Baseotto C. SS. R., ordinário militar para a Argentina, em 2005 advertiu o ministro da Saúde argentino de que poderia incorrer em «apologia do delito de homicídio» por propiciar essa prática mediante a entrega de «fármacos conhecidos como abortivos».

O prelado também lhe assinalou que, ao vê-lo distribuir publicamente preservativos entre os jovens, veio-lhe à memória a frase evangélica na qual «nosso Senhor afirma que ‘os que escandalizam os pequenos merecem ser amarrados a uma pedra de moinho no pescoço e lançados ao mar’».

Fonte: ZENIT

Ele dá o saber e o querer

O Espírito Santo é o sustento que nos reconforta no caminho da pátria, é o vinho que nos alegra na tribulação, o óleo que adoça as amarguras da vida. Faltava este triplo socorro aos apóstolos que deviam ir pregar no mundo inteiro. Por isso Jesus lhes enviou o Espírito Santo. Ficaram cheios dele – cheios, para que os espíritos impuros não pudessem ter qualquer acesso a eles: quando um copo está bem cheio, não se pode por nada nele.

O Espírito Santo “vos ensinará” (Jo 16,13), para que vós saibais; ele vos sugerirá, para que vós queirais. Ele dá o saber e o querer; juntemos o nosso “poder”, na medida das nossas forças, e seremos templos do Santo Espírito (1Co 6,19).

Santo Antônio (cerca 1195-1231), franciscano, doutor da Igreja
Sermões para os domingos e as festas dos santos

Sob a proteção de Deus

Esse "Estado laico", no qual eles tanto falam, invoca a proteção de Deus no preâmbulo de sua Constituição. O preâmbulo não é juridicamente irrelevante. Ele serve de chave de interpretação para todos os artigos que lhe seguem. Ou seja: tudo o que a nossa Carta Magna prescreve supõe a obediência a Deus, cujo nome foi mencionado no início.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Preâmbulo da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988: "Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL."

Uma nação inimiga de Deus

Legalizar ou não o aborto não é a mesma coisa. A diferença é enorme.

Uma coisa é você viver em uma nação cheia de criminosos que infringem a lei. Outra coisa é você viver numa nação criminosa, onde o crime já se tornou lei.

Uma coisa é você não conseguir combater o aborto com as forças policiais. Outra coisa bem diferente é você declarar que a matança dos inocentes não deve ser combatida porque é um direito do cidadão matar seus filhos.

Uma coisa é a justiça estar apenas no papel, mas não na prática. Outra coisa muitíssimo pior é a justiça não estar nem sequer no papel, mas ser trocada por uma lei injusta.

Uma coisa é haver indivíduos, por numerosos que sejam, que não honram as leis justas da pátria. Outra coisa muito mais grave é uma pátria nem ao menos ter leis justas para serem honradas.

Uma coisa é o crime de muitos brasileiros contra a vida. Outra coisa é o crime da própria nação brasileira contra o direito sagrado e inviolável à vida.

Recordando as palavras de Dom Manoel Pestana, Bispo emérito de Anápolis, uma nação que legaliza o aborto não merece subsistir.

A partir do dia em que o aborto se tornar lei, não haverá apenas uma mudança quantitativa nos assassinatos intra-uterinos. Haverá uma mudança qualitativa essencial: o Brasil se terá tornado formalmente uma nação inimiga de Deus.

Que nenhum de nós concorra, por atos ou omissões, para que tal desgraça aconteça.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

14 de maio de 2007

A religião latinoamericana vem aí

“Conversei com o papa sobre a necessidade da integração religiosa na América Latina, porque a Igreja Católica na América Latina também tem um peso muito importante. Nós estamos, já há algum tempo, falando em integração da América Latina, integração cultural, integração social, integração energética, integração de ferrovia, tudo. É importante que haja uma integração religiosa.” (Luís Inácio da Silva, vulgo "Lula")

"Hein? Parece que Lula quer refundar a Igreja Católica, criando a sua versão subcontinental. Não sei se, com efeito, falou isso ao papa. Caso tenha falado, imagino o que pensou Bento 16... O adjetivo “católica” quer dizer, rigorosamente, “universal”. O papa veio ao Brasil, para desespero da mídia anticatólica, justamente para reafirmar a unidade da sua igreja. Ela é Una e Uma onde quer que esteja e aonde quer que chegue. Não existe uma teologia da libertação, uma teologia indígena, uma teologia negra, uma teologia latino-americana. Existe a teologia da religião revelada — ESTA NÃO É UMA OPINIÃO MINHA; ISSO É PARTE DO CREDO CATÓLICO. A Igreja Católica latino-americana não precisa se integrar porque está integrada em Cristo e no corpo místico da própria igreja." (Reinaldo Azevedo)

O ópio dos intelectuais

“A religião é o ópio do povo.” (Karl Marx)

“O marxismo é o ópio dos intelectuais.” (Raymond Aron)

Laxismo

substantivo masculino

1 tendência ou atitude que consiste em relaxar ou limitar as interdições estipuladas pela moral cristã

Obs.: p.opos. a rigorismo

2 Derivação: por extensão de sentido.
sistema moral inspirado nessa tendência ou atitude

3 Derivação: por extensão de sentido.
ausência de restrições morais, tolerância excessiva, permissividade

Pronunciamentos do Papa no Brasil

O website do Vaticano possui a íntegra dos pronunciamentos do Papa por ocasião de sua Viagem Apostólica ao Brasil por ocasião da V Conferência Geral do Episcopado da América Latina e do Caribe (9-14 de maio de 2007).

Endereço:

http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/travels/2007/index_brasile_po.htm

Uso do latim na liturgia

Alguns textos do Magistério sobre o uso do latim na liturgia:

"A Língua Latina é a língua própria da Igreja Romana" (Papa São Pio X, Encíclica Inter Pastoralis Officii).

"O uso da Língua Latina é um claro e nobre indício de unidade e um eficaz antídoto contra todas as corruptelas da pura doutrina." (Papa Pio XII, Encíclica Mediator Dei, nº 53)

"Que o antigo uso da Língua Latina seja mantido, e onde houver caído quase em abandono, seja absolutamente restabelecido. – Ninguém por afã de novidade escreva contra o uso da Língua Latina nos sagrados ritos da Liturgia." (Papa João XXIII, Encíclica Veterum Sapientia).

"Deve conservar-se o uso do latim nos ritos latinos, salvo o direito particular." (Concílio Ecumênico Vaticano II, Constituição Sacrosanctum Concilium, nº 36, § 1)

"Providencie-se que os fiéis possam juntamente rezar ou cantar em Língua Latina as partes do Ordinário que lhes competem." (Concílio Ecumênico Vaticano II, Constituição Sacrosanctum Concilium, nº 54)

"Faça-se a celebração eucarística em língua latina ou outra língua, contanto que os textos litúrgicos tenham sido legitimamente aprovados." (Código de Direito Canônico, Cân. 928)

"Missa se celebre quer em língua latina ou quer noutra língua, contanto que se usem textos litúrgicos que têm sido aprovados, de acordo com as normas do direito. Excetuadas as Celebrações da Missa que, de acordo com as horas e os momentos, a autoridade eclesiástica estabelece que se façam na língua do povo, sempre e em qualquer lugar é lícito aos sacerdotes celebrar o santo Sacrifício em latim." (Instrução Redemptionis Sacramentum, nº 112)

"O que acabo de afirmar não deve, porém, ofuscar o valor destas grandes liturgias; penso neste momento, em particular, às celebrações que têm lugar durante encontros internacionais, cada vez mais frequentes hoje, e que devem justamente ser valorizadas. A fim de exprimir melhor a unidade e a universalidade da Igreja, quero recomendar o que foi sugerido pelo Sínodo dos Bispos, em sintonia com as directrizes do Concílio Vaticano II: exceptuando as leituras, a homilia e a oração dos fiéis, é bom que tais celebrações sejam em língua latina; sejam igualmente recitadas em latim as orações mais conhecidas da tradição da Igreja e, eventualmente, entoadas algumas partes em canto gregoriano. A nível geral, peço que os futuros sacerdotes sejam preparados, desde o tempo do seminário, para compreender e celebrar a Santa Missa em latim, bem como para usar textos latinos e entoar o canto gregoriano; nem se transcure a possibilidade de formar os próprios fiéis para saberem, em latim, as orações mais comuns e cantarem, em gregoriano, determinadas partes da liturgia" (Papa Bento XVI, Exortação Apostólica Pós-Sinodal Sacramentum Caritatis, nº 62).

"Se alguém disser que o rito da Igreja Romana (...) só se deve celebrar a Missa em língua corrente [vernácula](...), seja excomungado" (Concílio de Trento, Cânones sobre o Santíssimo Sacrifício da Missa, cânon 9).

As palavras do Papa João Paulo II em sua belíssima Encíclia Ecclesia de Eucharistia, § 9: "Como não admirar as exposições doutrinais dos decretos sobre a Santíssima Eucaristia e sobre o Santo Sacrifício da Missa promulgados pelo Concílio de Trento? Aquelas páginas guiaram a teologia e a catequese nos séculos sucessivos, permanecendo ainda como ponto de referência dogmático para a incessante renovação e crescimento do povo de Deus na sua fé e amor à Eucaristia".

A mais profética das aparições modernas

Ao celebrar-se o nonagésimo aniversário das Aparições de Nossa Senhora de Fátima, Bento XVI pôs nas mãos da Virgem Maria os povos e nações, em particular aqueles que sofrem situações particularmente difíceis.

De 13 de maio a 13 de outubro de 1917, três pastorzinhos, Lúcia dos Santos, de dez anos, e seus dois primos Francisco Marto, de nove anos, e Jacinta, de sete, foram testemunhas das aparições e mensagens de Maria.

«Com seu veemente chamado à conversão e à penitência é, sem dúvida, a mais profética das aparições modernas», disse o Papa neste domingo após presidir a missa de inauguração da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe.

«Peçamos à Mãe da Igreja, a ela que conhece os sofrimentos e as esperanças da humanidade, que proteja nossos lares e nossas comunidades.»

«De modo especial, confiamos-lhe aqueles povos e nações que têm particular necessidade, e o fazemos com a certeza de que não deixará de atender as súplicas que com filial devoção lhe dirigimos.»

Fé em Deus Amor

A autêntica riqueza da América Latina consiste na «fé em Deus Amor», assegurou Bento XVI neste domingo, na missa de inauguração da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe.

«Este é o rico tesouro do continente Latino-Americano; este é seu patrimônio mais valioso: a fé em Deus Amor, que revelou seu rosto em Jesus Cristo.»

«A Igreja se sente discípula e missionária desse Amor: missionária somente enquanto discípula, ou seja, capaz de deixar-se atrair sempre, com renovado ardor, por Deus que nos amou e nos ama primeiro.»

«Vós credes no Deus Amor: esta é vossa força que vence o mundo, a alegria que nada nem ninguém vos poderá arrebatar, a paz que Cristo conquistou para vós com sua Cruz! Esta é a fé que fez da América Latina o 'continente da esperança'.»

«Não é uma ideologia política, nem um movimento social, como tampouco um sistema econômico; é a fé em Deus Amor, encarnado, morto e ressuscitado em Jesus Cristo, o autêntico fundamento dessa esperança que produziu frutos tão magníficos desde a primeira evangelização até hoje.»

«Eu vos confirmo e, com palavras desta V Conferência, digo-vos: 'sede discípulos fiéis, para ser missionários valentes e eficazes'.»

Fundaram Igrejas em cada cidade

Cristo Jesus nosso Senhor, durante a sua estadia na terra, declarou ele próprio o que era, o que tinha sido, de que vontade do Pai era servidor, qual o dever que ele prescrevia ao homem. Ele tanto dizia isso abertamente à multidão, como à parte, dirigindo-se aos seus discípulos, dos quais escolhera doze principais, para viverem a seu lado, e que ele destinava para ensinar às nações. Depois da queda de um deles, ordenou aos outros onze, no momento de partir para a casa do Pai, depois da ressurreição, que fossem ensinar às nações e as batizassem em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Mt 28,19).

Assim, pois, os apóstolos – esta palavra significa "enviados" – incluíram um décimo segundo, tirado à sorte, Matias, para substituir Judas, apoiando-se na profecia do salmo de David. Receberam a força do Espírito Santo que lhes tinha sido prometido para realizarem milagres e falar outras línguas. Atestaram a fé em Jesus Cristo, primeiro através da Judéia, onde fundaram Igrejas. Depois partiram através do mundo e promulgaram pelas nações o mesmo ensino da fé.

Depois fundaram Igrejas em cada cidade, às quais, em seguida, outras Igrejas pediram emprestadas a estaca da fé e as sementes da doutrina… O que prova a sua unidade, é que elas comunicam na paz, que os seus membros se chamam irmãos, e que elas praticam reciprocamente a hospitalidade. Esta construção não tem outro fundamento a não ser a tradição única de um mesmo mistério. O que os apóstolos pregaram, foi o que Cristo lhes tinha revelado, e isso apenas deve ser garantido por essas mesmas Igrejas, que os próprios apóstolos fundaram, pregando-lhes de viva voz, como se disse, e em seguida por cartas.

Tertuliano (155? - 220?), teólogo
A prescrição contra os heréticos

11 de maio de 2007

O católico tem um conjunto de princípios

Ninguém nasce católico. A pessoa se torna católica pelo batismo. Tem, ao longo da vida, a chance de reafirmar ou não a sua fé. Pode deixar o rebanho da Igreja. Para permanecer nele, há alguns preceitos fundamentais a seguir. Ora, se o catolicismo está, como querem, em declínio; se seus fundamentos morais são considerados incompatíveis com a vida moderna; se alguém pretende fazer proselitismo do que, para a Igreja, é abominável, que a deixe então — ou que seja deixado por ela. Quando o papa acena com a excomunhão para os que fazem a defesa do aborto, lembra que o católico tem um conjunto de princípios.

Reinaldo Azevedo

10 de maio de 2007

Valores radicalmente cristãos que jamais serão cancelados

"Estou muito feliz por poder passar alguns dias com os brasileiros. Sei que a alma deste povo, bem como de toda a América Latina, conserva valores radicalmente cristãos que jamais serão cancelados. E estou certo que em Aparecida, durante a Conferência Geral do Episcopado, será reforçada tal identidade, ao promover o respeito pela vida, desde a sua concepção até o seu natural declínio, como exigência própria da natureza humana; fará também da promoção da pessoa humana o eixo da solidariedade, especialmente com os pobres e desamparados.

A Igreja quer apenas indicar os valores morais de cada situação e formar os cidadãos para que possam decidir consciente e livremente; neste sentido, não deixará de insistir no empenho que deverá ser dado para assegurar o fortalecimento da família - como célula mãe da sociedade; da juventude - cuja formação constitui um fator decisivo para o futuro de uma Nação - e, finalmente, mas não por último, defendendo e promovendo os valores subjacentes em todos os segmentos da sociedade, especialmente dos povos indígenas."

Papa Bento XVI, em visita ao Brasil

Um homem cheio de morais

Um homem cheio de "morais" é aquele que tem uma moral "enquanto indivíduo", outra moral "enquanto chefe de governo"; mais uma moral "enquanto militante de partido".

Reinaldo Azevedo

A Igreja é santa

Os cristãos confessam que a Igreja de Cristo é una, santa, católica e apostólica.

A Igreja é santa: o Deus Santíssimo é seu autor; Cristo, seu esposo, se entregou por ela para santificá-la; o Espírito de santidade a vivifica.

Embora congregue pecadores, ela é "imaculada (feita) de maculados" ("ex maculatis immaculata").

Fonte: Catecismo da Igreja Católica, 823 a 829.

Egoísmo e medo

O papa Bento 16 alertou na quarta-feira que políticos católicos podem ser excomungados caso apóiem o aborto.

O papa foi questionado se apoiava os líderes eclesiásticos mexicanos que ameaçaram excomungar parlamentares esquerdistas que no mês passado aprovaram a legalização do aborto na Cidade do México.

"Sim, esta excomunhão não seria arbitrária, mas sim permitida pela lei canônica, que diz que matar uma criança inocente é incompatível com receber a comunhão, que é receber o corpo de Cristo", disse ele.

"Eles [líderes da Igreja mexicana] não fizeram nada de novo, surpreendente ou arbitrário. Eles simplesmente anunciaram publicamente o que está contido na lei da Igreja, que expressa nossa apreciação pela vida e que a individualidade humana, a personalidade humana estão presentes desde o primeiro momento."

Pela lei eclesiástica, quem propositalmente fizer ou apoiar algo que a Igreja considera um pecado grave, como o aborto, impõe a si mesmo uma "excomunhão automática".

O papa disse que os parlamentares que votam a favor do aborto têm "dúvidas sobre o valor da vida e a beleza da vida, e mesmo uma dúvida sobre o futuro".

"O egoísmo e o medo estão na raiz da legislação [pró-aborto]", disse ele. "Nós, da Igreja, temos uma grande luta para defender a vida. A vida é um presente, não uma ameaça."

9 de maio de 2007

Afastamento de fiéis

Notícia de "O Globo Online":

"A Igreja Católica não vai arredar pé de condenar o sexo antes do casamento, mesmo que a contrapartida da defesa das doutrinas seja o afastamento de fiéis."

Esses esquerdistas... Realmente não têm vergonha de escrever incoerências.

Não existe "fiel afastado". E quem se afasta não é fiel.

Poderia, no máximo, dizer-se "perda de fiéis" ou "conversão de fiéis sem convicção em infiéis convictos".

Quando Jesus mandou os apóstolos pregar o Evangelho, ele disse: "quem crer será salvo, mas quem não crer será condenado".

Que o fato de a Igreja continuar este mandato cause repulsa aos que estão à esquerda de Deus, é compreensível.

O que não é compreensível é alguém aceitar que o oposto pudesse ser verdadeiro, ou seja, que a Igreja pregasse o "liberou geral" para manter aqueles que são fiéis... do liberalismo.

Aí sim, iria afastar os fiéis. Fiéis a Deus.

8 de maio de 2007

A paz

Poderíamos gozar de grande paz se não não nos importássemos com o que dizem e fazem os outros e que não nos diz respeito.

Imitação de Cristo